The Last Of Us II: A estratégia progressista numa das maiores indústrias de entretenimento.
Um dos jogos mais esperados por quem tem um Playstation em sua estante ou mesa de casa foi finalmente lançado: The Last Of Us 2, produzido pela Naughty Dog. O jogo conta a história de Ellie e Joel, dois sobreviventes que vivem em um mundo pós-apocalíptico. Uma catástrofe causada pela epidemia do fungo chamado Cordyceps levou a mutações transformando pessoas em canibais. Até aí, tudo bem, afinal, quem não gosta de um jogo com enredo pós-apocalíptico com zumbis e no estilo survivor? Mas o que está por trás do jogo é o que deve ser atenção de pais e mães ao deixarem seus filhos jogarem.
O AAA exclusivo de Playstation (quem tem Xbox está a salvo) é um verdadeiro enredo voltado para encucar na cabeça de crianças, adolescentes e até adultos a naturalidade de comportamentos e ideias homo-afetivas. Mais uma vez os jogadores se depararão com o exagero em cenas lésbicas, frases e mensagens subliminares para promoção do grupo LGBTQ+. Basta olhar a imagem da protagonista Ellie, com traços híbridos de homem e mulher, porte físico também misturado, ausência de traços mais femininos em uma menina que estaria (de acordo com o enredo) vivendo seus dias de juventude.
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| Imagem - The Last of Us Part II |
Tecnicamente, trata-se de um jogo comum, possui seus bugs iniciais (inclusive já mostrado por alguns streamers). Porém a "grande necessidade" de se jogar The Last of Us Parte 2 é muito mais com fins políticos e de militância. A causa que leva grandes influenciadores (mesmo aqueles que não são focados em jogos eletrônicos) a descreverem o jogo como "épico", é uma busca despudorada por patrocinadores, clicks, views, inscritos. Já o marketing gigantesco que estimula essas atitudes visa algo maior: Transmitir a mensagem progressista ao máximo de pessoas possível, que, segundo os que defendem a ideia da "naturalidade em ser gay".


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