Editorial: Deputada Bia Kicis, Presidente da CCJ da Câmara, as urnas começam a vencer.

 

Não haveria melhor escolha para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, do que a Deputada Federal pelo PSL-DF, Bia Kicis. Conhecedora do Direito, apoiadora leal ao Presidente da República Jair Bolsonaro e temor de corruptos e esquerdistas. Mas por que há tanto barulho sobre a indicação da ex-Procuradora ao cargo? É preciso entender o contexto para ver o temor que a esquerda tem dessa mulher corajosa, o mesmo temor dos corruptos.

Bia Kicis nunca negou ser conservadora, tampouco seu apoio fiel ao Presidente Bolsonaro. Eleita deputada pelo Distrito Federal, manteve-se a todo tempo na base do Executivo, mesmo em momentos tensos como no início da pandemia e nas traições feitas por políticos como Alexandre Frota, Joice Hasselman e João Doria. A postura de Kicis rendeu confiança do Chefe do Executivo que a colocou em destaque no Congresso, e agora é coroada com a Presidência da Comissão mais importante da Casa Legislativa.

Mas qual o motivo do temor dos adversários? O histórico da ex-Procuradora é de intransigência com a corrupção e forte raiz no conservadorismo. Para petistas poderia ser a "caça aos corruptos", mas na verdade, o barulho todo não é por ela ser contra corrupção, e sim apesar disso. A esquerda não se importa com corrupção, desde que suas pautas possam avançar. Com a deputada na Presidência da CCJ, é a certeza que pautas conservadoras avançarão em detrimento das progressistas. Temas como manter o crime de aborto (assassinato de crianças em ventre materno), a promoção de uma educação isenta, sem oferecer somente a visão esquerdista nas escolas, a possível revogação ou flexibilização do estatuto do desarmamento ganharão força. Além disso, a escolha fada ao fracasso projetos absurdos como a PL das "fake news", que visa criminalizar a opinião.

Portanto, Bia Kicis como Presidente da CCJ é sim um alívio ao país. A certeza que as pautas vencedoras nas urnas em 2018 seguirão, bem como as tão necessárias reformas estruturantes, após os anos de travamento feito pelo Ex-Presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Aqueles que a temem, e a chamam de "extremista" são os mesmos que não toleram quem pensa diferente, radicalizam nas redes sociais através de milícias como Sleeping Giants, e apoiam a censura de conservadores e direitistas em geral. São os que estão contra o Brasil, pois querem um outro país, aos seus moldes, que respeitem o que eles ditam, ou seja, são os extremistas que acusam o discordante de extremista.

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