Editorial: O Brasil não é para amadores!


Para se ganhar dinheiro, construir patrimônio, em suma, dar certo, é preciso ser profissional! Ser profissional na arte de roubar, de ser hipócrita, de se prostituir para ser ouvido. Ao menos é a mensagem que ecoa após a decisão do Ministro do STF, Edson Fachin, em anular todas as condenações do ex-Presidente condenado Luis Inácio Lula da Silva no âmbito da operação Lava Jato. A chuva de comentários e reações que vieram com isso, demonstram que o sistema é bruto, e se reinventa diariamente para manter o povo cada vez mais pobre e dependente de um Estado corrupto. Para isso, faz uso de figuras midiáticas e de imbecis sem conhecimento, mas que por sua influência, guiam a maioria da massa populacional.

Lula, como em um passe de mágica, após anos de processos, após condenações mais que comprovadas, com delações dos próprios executivos de empreiteiras beneficiadas pelo sistema de corrupção implantado na era do PT, de ex-aliados como Antônio Palocci, entre outros políticos que apoiaram o sistema de corrupção da burocracia estatal em benefício de um projeto de poder esquerdista, sim, o ex-Presidente arquiteto do mensalão e petrolão está livre das condenações as quais o impedia de ser candidato em 2022. Afinal, o importante não é o crime cometido e comprovado, mas sim se a denúncia foi feita no local adequado. A decisão não poderia ter vindo de outro Ministro que não o aquele que fez campanha para a desastrosa petista Dilma Roussef, sr. Edson Fachin, que do nada, resolveu desmoralizar todas as instâncias jurídicas em uma decisão monocrática que, num piscar de olhos, fez a ficha extensamente suja de Lula ficar "limpa".

O pior de tudo é a mensagem que fica: Para dar certo no Brasil é preciso ser corrupto, se adequar a uma República que deixou de ser (ou nunca foi) algo público, do povo, mas sim uma oligarquia tomada por uma elite burocrática que quer nada mais, nada menos que dominar o Estado para seu projeto esquerdista de poder. Mas, como o importante é derrubar Bolsonaro, as mídias tentam associar Bolsonaro à decisão monocrática de Fachin, com alegações infundadas de que a família do atual Presidente, por ser investigada, teria enfraquecido a Lava Jato, sendo que nenhuma das acusações sequer foram provadas. Porém, o site "O Antagonista" afirma que a decisão de Fachin visa "salvar" a operação e "livrar" Sérgio Moro de ser considerado suspeito nos casos de Lula. Então, como Bolsonaro poderia (nos bastidores) arquitetar a infame decisão proferida ontem por Fachin, se seu objetivo era de fato desmantelar Moro e a Lava Jato? Se acusam Bolsonaro de fazer uma espécie de "xadrez 3D", esse xadrez pensado pelos extremistas de centro deve ser uma espécie de xadrez fluido em infinitas dimensões.

O extremo centro acusa Bolsonaro, em algum universo paralelo, por se beneficiar com a decisão de Fachin, porque perde espaço de poder dos esquerdistas que apoiavam o centro, por não verem no PT um nome forte para o embate em 2022, e agora retornarão à sua base de apoio para dar sustentação à Lula. Pessoas essas inescrupulosas, que não se importam por ter um Presidente corrupto e ladrão. O importante para muitos é: Mesmo que destrua o Brasil, querem retirar Jair Bolsonaro do poder. A tal "3ª via" agora busca se posicionar acima do bem e do mal, numa espécie de "Cruzada" contra a polarização que não os beneficia. Porém, esse centro, lança mãos de políticas de esquerda como a corrupção burocrática estatal, o aumento do poder do Governo, intervenção econômica e ao mesmo tempo deseja a liberdade, o capitalismo e a livre iniciativa (para seus aliados) e a nega aos demais, afinal, basta cancelar desavenças e chantagear o mercado.

O Brasil não é para amadores, e de fato, hoje, no atual regime político-jurídico que se vive, não há solução para melhoramentos. Talvez para refazer uma casa, é preciso demolir até as suas fundações, e começar tudo do zero, talvez...

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