Editorial: Sara Winter, Ex-feminista dá nisso.

Sara Winter, ativista do movimento 300 do Brasil, é presa pela PF ...

Sara Fernanda Giromini, ativista política foi presa após agir como uma verdadeira criança brincando com fogo e direcionar rojões de artifícios em direção ao STF. Se há algo pior do que uma feminista, é uma ex-feminista que continua usando as táticas do movimento de esquerda na direita. Após montar um acampamento ridículo do grupo "300 do Brasil" (uma ofensa aos verdadeiros 300 de Esparta), ficou conhecida por frases radicais e que davam apoio para inflar o discurso de que Bolsonaro é um governante que apoia extremismos e intolerâncias, além de atos descabidos.

Hoje, o Ministro Alexandre de Moraes, agora de forma legal, solicitou a investigação dos atos do grupo apoiador de Bolsonaro, além de decretar a prisão da ativista que em ato totalmente desvairado (típico de ativistas feministas) lançou rojões de fogos de artifício em direção ao STF. Apesar do ato, não houve dano ao prédio que é patrimônio brasileiro, e também não houve feridos. Um tremendo erro estratégico que terá agora seu preço cobrado pelo establishment progressista.

É preciso entender que uma direita correta e coerente se pauta pelo respeito às regras, pelas estratégias conservadoras bem elaboradas para mostrar à esquerda que destruir heranças e conquistas não é o caminho. O erro de grupos como os 300 do Brasil é estratégico e mina a iniciativa direitista de busca por equalizar forças com o progressismo. É preciso ser minimamente inteligente no jogo de poder para avaliar que essas atitudes extremadas só dão material para falar que Bolsonaro é um governo petista às avessas e que apoia radicalismos.

Não tem como aprovar atos infantis politicamente, erros estratégicos em um momento de altíssima inflamabilidade social, fragilidade econômica e após o próprio Presidente falar que o momento era de não se manifestar publicamente. Sara Winter errou. Ou será que não? Ou será que é mais uma feminista querendo mostrar que as mulheres também podem ter voz na direita de uma forma esquerdista? Sim, por mais paradoxal que isso pareça, a militante (aliás quem tem militante é esquerda) usava táticas do feminismo de punho cerrado para tentar representar a direita familiar. Ou pior, seria ela uma infiltrada de esquerda para fazer justamente isso, minar a estratégia da real direita conservadora? Digo isso, porque ela conseguiu atrapalhar a busca de equalização de forças entre direita e esquerda. Resumo: Merece ser presa.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Editorial: Desinformação é a estratégia.

Amanda Klein pede para sair de programa da Jovem Pan após discussão com Rodrigo Constantino

Mentiras que te contam na Internet