Editorial - Bolsonaro tem o maior poder que emana do povo.


Mais um fim de semana e as manifestações continuam pró e contra o governo. A despeito da narrativa que se tenta emplacar por meios de comunicação notadamente de centro-esquerda, os protestos de direita ocorrem de forma ordeira, a favor da democracia. Cabe a ressalva da ordem absurda de Ibaneis Rocha (MDB-DF), governador do DF, o qual impediu que manifestantes se aproximassem da Praça dos Três Poderes, sob a desculpa de evitar a confrontação dos grupos antagônicos, após permitir que manifestantes de esquerda acessassem a Esplanada com sinalizadores. Isso após no último fim de semana bloquear toda a Esplanada dos Ministérios impedindo manifestações a favor do Presidente por razões políticas.

Verdade seja dita, os atos pró-Bolsonaro têm ocorrido em ambiente familiar com crianças, idosos, cadeirantes, todos em defesa da democracia e contra o arbítrio e poder irrestrito de uma "ditadura institucionalizada" exercida pelo STF. Um mar de pessoas, como se vê na foto acima exibida na CNN Brasil, o que mostra a direita coesa e atuante na luta por ocupar de forma igualitária o espaço político. Já a esquerda, como lhe é natural, vê-se preguiçosa e pouco representada (mesmo pagando torcidas organizadas e com as elites por detrás do financiamento do grupo ANTIFA) que o STF não se interessa em investigar.

Não há muito o que ser dito, pois a imagem fala por si só. O povo está cansado de conluios e acordos feitos nos corredores, whatsapps intocáveis e conversas de pé de ouvido dos inatingíveis e "acima da lei" Ministros do STF. Esses oriundos de uma ordem progressista decadente que não engana mais o povo. Pois após décadas de promessas de melhorias sociais, de "bem-estar", de trazer o famoso "futuro" ao Brasil, o que se viu foi um mar de corrupção e bravatas de congressistas e magistrados, com o Poder Legislativo protegendo as costas do Judiciário e vice-versa. Cabe ao povo identificar deputados e senadores que tem feito atos contra a vontade do eleitorado nos últimos anos, e cobrar o preço nas eleições em 2022, elegendo parlamentares alinhados a Jair Bolsonaro.

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