Editorial - Quando a mídia deixa de informar e passa a opinar
"Juro, no exercício das funções de meu grau, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação. Juro empenhar todos os meus atos e palavras, meus esforços e meus conhecimentos para a construção de uma nação consciente de sua história e de sua capacidade. Juro, no exercício do meu dever profissional, não omitir, não mentir e não distorcer informações, não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais o direito do cidadão à informação".
Esse deveria ser o juramento levado a sério por todos os profissionais de jornalismo. Porém, parece que para alguns profissionais vale mais o poder econômico e os interesses institucionais acima do que se declara ao jurar imparcialidade e a construção de uma nação consciente. As declarações e reportagens recentes feitas pelo jornal que tem sua imagem exposta acima demonstram que infelizmente nem todos profissionais da área seguem seu juramento.
Obviamente não podemos exigir imparcialidade de pessoas, uma vez que todos temos opiniões e posicionamentos sobre tudo na vida. Entretanto opinar é livre desde que sejam declaradamente manifestas como opiniões (como faço agora em um editorial) e não travestidos de reportagens imparcias. As denúncias feitas pelo jornal Folha de São Paulo ao candidato Jair Bolsonaro sobre possíveis doações não registradas de empresários à candidatura do ex-capitão do Exército, através do fornecimento de serviços de disparo de mensagens via whatsapp aparecem de forma muito conveniente praticam exatamente o contrário do juramento de um jornalista.
A uma semana do 2º turno, com sua candidatura se desmanchando ante a vontade popular que anseia mais do que nunca mudanças no quadro político permeado por corrupção e ineficiência. A candidatura de Fernando Haddad (PT) apela para tentar a proibição do uso de mídias sociais e eletrônicas (carro chefe da campanha de Bolsonaro) sob a alegação que há abuso de poder econômico do candidato do PSL em conluio com "burgueses capitalistas".
Essa tentativa real de censura do PT é apenas uma pitada do controle governamental que teremos em caso de vitória no tapetão de Haddad (digo "vitória no tapetão" porque parece a única forma do petista ganhar). Assim, o PT revela sua verdadeira face colocando o Brasil no rumo do socialismo: Podando as liberdades individuais; liberdade de expressão; e liberdade de mídia. Nessas eleições, ante a derrota iminente, o Partido dos Trabalhadores revela-se autoritário, intolerante, implacável e violento. Mas o que esperar de um partido que se alia a ditaduras como a de Nicolas Maduro na Venezuela, Daniel Ortega na Nicarágua, e ainda que recebe apoio de grupos como Hezbollah?
Esse deveria ser o juramento levado a sério por todos os profissionais de jornalismo. Porém, parece que para alguns profissionais vale mais o poder econômico e os interesses institucionais acima do que se declara ao jurar imparcialidade e a construção de uma nação consciente. As declarações e reportagens recentes feitas pelo jornal que tem sua imagem exposta acima demonstram que infelizmente nem todos profissionais da área seguem seu juramento.
Obviamente não podemos exigir imparcialidade de pessoas, uma vez que todos temos opiniões e posicionamentos sobre tudo na vida. Entretanto opinar é livre desde que sejam declaradamente manifestas como opiniões (como faço agora em um editorial) e não travestidos de reportagens imparcias. As denúncias feitas pelo jornal Folha de São Paulo ao candidato Jair Bolsonaro sobre possíveis doações não registradas de empresários à candidatura do ex-capitão do Exército, através do fornecimento de serviços de disparo de mensagens via whatsapp aparecem de forma muito conveniente praticam exatamente o contrário do juramento de um jornalista.
A uma semana do 2º turno, com sua candidatura se desmanchando ante a vontade popular que anseia mais do que nunca mudanças no quadro político permeado por corrupção e ineficiência. A candidatura de Fernando Haddad (PT) apela para tentar a proibição do uso de mídias sociais e eletrônicas (carro chefe da campanha de Bolsonaro) sob a alegação que há abuso de poder econômico do candidato do PSL em conluio com "burgueses capitalistas".
Essa tentativa real de censura do PT é apenas uma pitada do controle governamental que teremos em caso de vitória no tapetão de Haddad (digo "vitória no tapetão" porque parece a única forma do petista ganhar). Assim, o PT revela sua verdadeira face colocando o Brasil no rumo do socialismo: Podando as liberdades individuais; liberdade de expressão; e liberdade de mídia. Nessas eleições, ante a derrota iminente, o Partido dos Trabalhadores revela-se autoritário, intolerante, implacável e violento. Mas o que esperar de um partido que se alia a ditaduras como a de Nicolas Maduro na Venezuela, Daniel Ortega na Nicarágua, e ainda que recebe apoio de grupos como Hezbollah?

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