Editorial - A derrota doída da esquerda brasileira
Editorial: A esquerda de ressaca da derrota nas urnas buscam desesperadamente algo para imputar em Bolsonaro. As universidades revoltadas com a hegemonia do pensamento esquerdista ameaçada com a ascensão de uma direita bem mais organizada e esclarecida, impedem policiais de fazerem seus trabalhos garantindo a lei e a ordem quando vândalos picham, ficam seminus e gritam palavras de intolerância contra Bolsonaro e o juiz da Lava-jato Sérgio Moro. O STF (antro de juízes da era PSDB/PT) declarou que as polícias não podem entrar para cumprir sua função, uma vez que "ferem a liberdade de expressão" manifesta pelos universitários com depredação e intolerância. Então, acadêmicos se inflam nas redes sociais para dizer que venceram a luta contra o "fascismo". O que muito me admira é comemorar uma vitória por W.O., já que o "fascismo" não compareceu à partida.
Além disso, uma condenação contra Alberto Fraga do DEM já foi motivo para novos posts em redes sociais contra o presidente da República eleito pelo PSL. O que esqueceram de falar é que Bolsonaro já negou de imediato a possibilidade dele fazer parte do governo e afirmou que corruptos não terão cargos no seu governo. Diferente dos governos desde 1989 que viviam entranhados de políticos acusados e condenados por corrupção e outros crimes, para manter a "governabilidade", Bolsonaro dá claros sinais que não tolerará a sua volta nem a suspeita de casos de corrupção e a esquerda não consegue emplacar nenhum dos rótulos depreciativos que tenta. Enquanto isso, Lula, Dilma, Ciro, Gleisi, Fernando Haddad e cia. limitada respondem seus processos e tremem nas bases com a possibilidade de Moro ascender ao Ministério da Justiça e posteriormente ao STF.
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