Editorial: Apocalipse Trial - "...somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado"
Antes de me debruçar sobre o que tenho a dizer, quero informar ao leitor que um editorial trata-se de uma opinião, de um texto livre para o autor falar de forma menos parcial. Portanto, aviso que o texto a seguir envolve minha fé em Jesus Cristo e no Deus Vivo. Caso você não acredite, respeite, pois Ele sempre acreditará em você.
Lockdown, enclausuramento, vigilância, obediência escrava ao homem, solidão, afastamento dos seres humanos, medo, mentiras, morte, destruição. Não se engane, o Apocalipse está em teste. Não que o período esteja passando por algum tipo de dificuldade, até porque, biblicamente, não foram concluídas todas as profecias necessárias de acordo com estudiosos. Contudo, a meu ver, aqueles que já possuem um plano para a Nova Ordem Mundial a emergir no fim dos tempos sob o comando do Anticristo, estão usando a pandemia atual, de forma macro, como laboratório para os efeitos de algumas ações (a serem adotadas efetivamente no Apocalipse).
Primeiro é preciso entender a questão do afastamento das pessoas e a exigência de obediência inequívoca, bem como a divisão das massas. Para se controlar e fazer com que seja aceita uma determinação (a qual em condições normais seria repudiada), é de fundamental importância testar a capacidade de uma imposição velada. E questões como a quarentena, as proibições impostas pela pandemia, bem como a obrigatoriedade de uma futura vacina, são verdadeiros balões de ensaio para a futura aceitação da Nova Ordem Mundial através da marca da Besta descrita na Bíblia. Os desacordos gerados entre aqueles que querem obedecer as determinações e os que enxergam o que está por trás dos "defensores da vida contra a Covid-19" não permitem pensamentos e opiniões claras. Consequentemente pessoas tornaram-se mais intolerantes e divididas social e politicamente.
Outro grande teste dentro desse ensaio apocalíptico é a cobertura da mídia promovendo as imposições dos grandes interesses governamentais e corporativos. Muitos fatos são salientados e frisados pelos jornais como o número de mortes, a necessidade de respeito às "determinações científicas", e a instalação do sentimento de receio e precaução na cabeça das pessoas. Dessa forma, aqueles que observam ser possível conciliar (sem medo paranóico) a convivência com o Coronavírus, são desacreditados e taxados como inconsequentes, irresponsáveis e sem respeito pelo próximo. Mas a verdade é que as regras tem o objetivo de doutrinação e avaliação de sujeitos para identificar aqueles mais tendentes à desobediência.
Como dito sobre a instauração do medo, outro fator observado, nesses dias que vivemos, é o distanciamento social de fato. Não apenas fisicamente, afinal o ser humano quando se aproxima de um semelhante, tem um contato metafísico, com olhares e toques que transmitem sentimentos, transmitem companhia, companheirismo, união, afeto. A distância serve para tornar as pessoas mais frias, desunidas, fáceis de controlar, e também mais fácil de identificar os "rebeldes" às "ordens". O sentimento de que a morte ronda, o medo, a solidão, a falta de amor ao próximo, falta de liberdade, são muito parecidos com os que serão sentidos por aqueles que viverem o período descrito no livro do apóstolo João.
Finalmente, vivemos sim um teste apocalíptico. Testa nossa obediência, nossa crença em mentiras ditas muitas vezes para parecerem verdades. Há a ação fundamental da mídia que age como o grande Porta-voz da Nova Ordem Mundial. Através das notícias implantam medo, morte e suspeita nas pessoas, não as deixam se aproximar e confiar umas nas outras. E finalmente mentiras e morte roubam a liberdade e destroem uma sociedade democrática, dividem pessoas tornando-as intolerantes e frias. Afinal, o pai da mentira veio para roubar, matar e destruir, porém "somente há um que agora o retém, até que do meio seja retirado".

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